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A RAMPA ideal






RAMPAS

desenho cães
Muitas vezes temos que indicar o uso de rampas. 

Mas porque e quando devemos usar rampas?
A-Quando temos um animalzinho muito pequeno ele tem dificuldade de subir os degraus ou teríamos muitos degraus para atingir uma determinada altura. 
B- Animais amputados
C- Animais com problemas de coluna, compressão de disco, graves problemas de locomoção, etc.
D- Animais disformes, exemplo muito obesos ao ponto de não ter espaço do peitoral ao solo, patas curtas e desproporcionais.
E- Animais com deficiência visual. 
F - Animais em pós operatório, tratamento da dor, graves doenças neurológicas, etc.


Cães fotos
Exemplo de cão com patas curtas e corpo alongado, que tem forte propensão a stress na coluna e esta com sobre peso. 

Desvantagens da Rampa
A- Necessidade de maior comprimento que escadas, ocupando espaço no ambiente

Petrampa
Construção de uma rampa: para termos uma ideia, a norma de inclinação de uma rampa para um humano é de 8% ou seja para uma altura de O,7 metros precisaríamos de 8,75 metros de comprimento, o que é impraticável a ser aplicado na construção de uma rampa para um cão.

Inclinação de rampa

No quadro abaixo podemos claramente verificar que mantida uma altura para subir, mas aumentando o comprimento da rampa diminuímos fortemente a energia necessária para subir para a mesma altura, devido a diminuição da inclinação.
Dobrando o comprimento da rampa necessitaríamos a metade do esforço para subir.

rampa e inclinação

Para calcular a inclinação de uma rampa para um cão e determinar quando uma rampa será adequada.  Partimos dos ângulos indicados pela associação de ortopedia Norte Americana para esta analise.
Testes foram efetuados com rampas com cada inclinação

rampa em angulo
Ângulos indicados pela associação ortopédica dos EUA
E a dedução foi que teríamos que ter algo mais fácil de se compreender.
então criamos uma tabela de proporção, onde

h = altura do móvel (cama ou sofá)
usamos um multiplicador para definir o comprimento

2,0 x h = comprimento mínimo 
2,3 x h = comprimento médio (+15%)
2,5 x h =  comprimento ótimo (+25%)

exemplo uma cama box com 0,6 mt de altura,
teria
(2,0x0,6= 1,2 mínimo, 2,3x0,6=1,38 médio, 2,5x0,6=1,5 ótimo)
Teríamos para uma cama box com 0,6 mt de altura uma rampa com o comprimento minimo de1,2 metros, e quanto mais comprida melhor será a rampa.
Patamar não entra na medição de comprimento

Como não temos como calcular a energia que cada raça usaria para subir uma determinada inclinação e considerando que o animalzinho vai evoluir no ciclo de vida (bebe, adulto, sênior, idoso), definimos os valores de comprimento baseado em exercícios reais de teste, onde o comprimento mínimo é duas vezes a altura, e onde medidas menores de comprimento ficam desconfortáveis para subir e geram esforços adicionais de descida.

petrampa

Petrampa especialmente desenhada para alcançar a altura desejada e que ocupasse limites máximos definidos de comprimento e largura.

rampa com guard rail para cegos 
Petrampa com Guard rail, para cães com deficiência visual


rampa em dois estagios
Rampas bipartidas com junção em ângulo, são usados quando não é possível usar o comprimento integral em linha, por exemplo ficaria a frente de uma porta ou o corredor de passagem. Pode funcionar também como intermediário para cães subirem em duas etapas.

petrampa
rampas para pequeno porte

petrampa
Esta é uma rampa ideal, esta no nível do móvel, tem um patamar de transferência, não tem degrau de entrada, a largura é compatível com a situação do animal e a inclinação é compatível com a altura a alcançar


rampa com muita inclinação

Exemplo de má utilização, esta rampa é muito inclinada, vai requerer embalo para subir e forte retenção na hora de descer, pode agravar as lesões  fortemente.


petrampa com patamar

 A rampa pode também ser usada na borda da cama, buscando usar melhor os espaços, patamar de transferência no nível da cama e baixa inclinação ajudam em muito a subir e descer da cama.O patamar é muito útil para fazer a curva da rampa para a cama e no sentido inverso para descer.


altura de rampa
A altura da petrampa deve ser a mesma da cama A=B
A desvantagem das rampas é que nem sempre temos o espaço disponível para as dimensões que elas exigem. Buscar sempre a melhor opção possível para o nossos amiguinhos é parte do trabalho da Petescadas.

O Estado da arte em escadas e rampas, Petescadas e Petrampa 
são marcas registradas de Petescadas.


cão, cães, cachorros e filhotes


filhotes


Filhotes, quanto menor seu animalzinho mais ajuda para subir em camas e sofás da CASA ele precisa, subir em móveis será um grande esforço,  agora descer é quase uma operação para super poderes  de seu cão. Filhotes tem as articulações ainda em formação e seus ossos são também bastante finos, evitar lesões é qualidade de vida futura. Cachorros adultos pulam também com a mesma frequência que os pequenos.

petescadas
Petescadas devem estar o mais próximo possível da borda da cama e se possível no mesmo nível de altura. Especialmente em camas tipo Box, camabox, cama boxes.
filhotes
fotos filhotes
Subir e descer de móveis inclui sofás e poltronas da casa, cães, filhotes e cachorros adultos usam o sofá e poltrona em muitos casos muito mais vezes durante o dia que as próprias camas. Este esforço repetitivo vai gerar lesões graves nas articulações.

O uso de Petescadas e Petrampas vai garantir uma idade avançada com qualidade e sem lesões nas articulações.


cama box e wall stret journal



Camas tipo Box







DAYTON, Ohio - The Wall Street Journal recentemente publicou uma reportagem sobre um novo problema que afeta cães em todo o país e a culpa recai diretamente sobre a indústria de camas e colchões. Parece que os fabricantes de cama estão calmamente e perigosamente aumentando a altura da cama. E os cães estão levando isso diretamente nos quadris, cotovelos e ombros. O Jornal diz que veterinários estão relatando que estão vendo um aumento nas lesões em cães - artrite de cotovelo e ombro, displasia da anca e doença degenerativa do disco, porque os cães mais velhos estão tendo que pular mais alto para pular sobre a cama.



                                       



Sem alarde ou marketing, a indústria da cama foi aumentando a altura de seus produtos, satisfazendo as preferências dos clientes para cada vez mais grossos colchões. Ainda que com a preferência se crie um perigo para o menor ocupante de uma cama com esta altura: o cão. Curiosamente, os veterinários de todo o país relatam um aumento em doenças como artrite do cotovelo e ombro, displasia da anca e doença degenerativa do disco, entre os cães das residências. À medida que o tempo de vida de animais de estimação sobe graças a uma melhor alimentação, dos avanços da medicina, da capacitação veterinária, o velho cão que, uma vez pulava na cama, agora hesita na borda da cama em fazer saltos e se machucar.



O perigo é muito novo e requer mais atuação veterinária. Mas o problema é evidente na popularidade de um produto relativamente novo: escadas para seu animal de estimação, são especificamente concebidos para levar o cãozinho a cama andando por terra ao invés de pelo ar. 



                                       cama box 

OK, os cães não tem que pular na cama, mas tente mantê-los fora. De qualquer forma, parece que a indústria da cama pode estar em conluio com a indústria escadas para cães, porque  também estão fazendo o negócio se expandir. Os benefícios ortopédicos e de conforto com camas mais altas aos humanos são consideráveis, sendo uma tendencia de conforto e saúde para os humanos, além de um novo sonho de consumo. 

O artigo no jornal detalha todos os tipos de escadas e rampas para animais de estimação, a partir de um modelo muito simples de US $ 40 a $ 535 em trabalhos que tem tecidos decorados.      

                                     petrampa


Há um debate conjunto sobre se os cães devem ainda ser autorizados a dormir em camas com seus donos de qualquer maneira. Cada lado é bastante veemente sobre a sua visão.

Os que são contra argumentam que os parasitas e outros assumirá a cama, se ao cão é permitido subir sobre ela e você está agindo como um facilitador para deixar o cão obter o seu caminho.

Aqueles que argumentam que dormir com um cão é uma experiência da ligação definitiva entre o dono de um animal e um animal de estimação, e faz com que seu cão seja mais fácil de lidar, porque ele se sentem mais perto de você.

Os proprietários devem tomar suas próprias decisões sobre o quanto e como a adaptação de sua casa para seus animais de estimação, mas eles também podem usar o bom senso. Animais mais velhos precisam de mais ajuda com algumas coisas. Cães como Dachshunds também deve ser cuidadosamente monitoradas, pois eles estão propensos a lesões na coluna devido a salto. Se o seu cão esta velho e não pode mais saltar para o seu carro, talvez você precise de ajuda.

Se você não puder pagar escadas para a cama, considere uma pequena cadeira ou peça de mobiliário que o cão pode usar para subir na cama. Ou diminuir a cama.




o efeito de lesões em saltos Agility e Cama Box









OS EFEITOS DE LESÕES EM SALTOS

comparativos para um cão entre pular de uma cama e saltos no Agility, um passeio nos estudos existentes



Ao saltar sobre obstáculos, os cães aterrizam com força significativa aplicada às suas patas dianteiras. Se este é um evento pouco freqüente, então o impacto é geralmente de pouca preocupação, mas saltos repetitivos durante muitos anos podem ter conseqüências significativas e desagradáveis. Carregamento repetido de impacto tem sido documentado por causar muitos ferimentos no uso excessivo em atletas humanos. Os efeitos de saltar sobre lesões crônicas em cães ainda esta a ser estudado extensivamente. Lesões dos membros anteriores, como bíceps e tendinite com hiperextensão do carpo (pulso entorse grave) ocorrem mais freqüentemente em cães que fazem muitos saltos. Formas repetitivas de trauma, incluindo saltos, têm sido associados a outro tipo de lesão cronica no ombro em cães denominado mineralização do tendão supra-espinhal. Tanto a frequência de salto e a altura saltada pode desempenhar um papel importante nestas lesões.


                                salto cães 

Há muita preocupação entre os clubes da raça e de Agility para certas alturas, onde o salto usados ​​em competição de obediência pode contribuir para o trauma ortopédico de longo prazo em cães. Um padrão de altura do salto de 1 1/4 vezes a altura do cão na cernelha é comumente usado em competição. 

                       alturas de salto comuns do Agility 

                                          altura do cão na cernelha             altura da barra para o salto
                                                Centímetros                                   Centímetros

              Mini cão                    até  35                                                   25 a 35

              Midi                           entre  35/45                                          35 a 45

              Standard                  maior que  43                                          55 a 65


cernelha de cães



Em muitas casas estamos querendo que nossos cães pulem para a nossa cama, mas em alturas nunca exigidas nem para cães preparados (com fisioterapia e preparação muscular) para saltos, Como exemplo uma cama Box tem 60 centímetros de altura, nesta altura somente cães acima de 43 de cernelha devem pular o que só é exigido para o padrão standard. Ou seja além de não darmos nenhuma preparação muscular queremos um esforço desproporcional ao seu tamanho.

Resumo - Todo cão menor que 0,5 metro de altura (medida do topo da cabeça até o solo,(cernelha +1/4)), não deve pular de uma cama box, se o fizer correrá o risco de lesões bastante graves pela altura do pulo e pela repetição do salto.

Como regra geral simplista podemos dizer que um cão só poderia pular no máximo a sua própria altura no nível da cabeça ou dos olhos, o que é muito próximo do padrão usado no hipismo. 

           

Um potencial problema com o uso de um padrão de altura do salto esta baseada unicamente na altura do cão é que ele não leva em conta o peso do corpo ou a conformação do corpo das diferentes raças, a idade, estado de saúde, etc.. Em seu livro, saltando de A a Z, Zink e Daniels discutem "relação peso: altura" como uma maneira mais exata de determinar o risco de saltar. 

Cães com um razão definida (quando usando o peso em quilos e a altura em polegadas) seriam considerados na "zona de perigo" para saltar. Eles aconselharam saltar na altura máxima apenas quando em condições ideais e o pouso possa ser suave. 



Um outro estudo
Comenta : o professor Schamhardt, um renomado especialista em biomecânica da Faculdade de Medicina Veterinária de Utrecht, Ele fez uma pesquisa em lesões esportivas e estresses do salto em cavalos e cães.

É a velocidade e não o peso do cachorro o que aumenta em maior proporção a energia cinética no pouso depois de um salto. Dobrar a velocidade representa um aumento em quatro vezes da energia cinética! A maioria das lesões acontece no pouso – muito mais do que na decolagem – pois o tempo que o stress acontece é curto e nesse momento, eles estão deslocando todo o esforço para as pernas dianteiras.

A altura do salto tem uma influência menor nos estresses do que a velocidade na qual o salto é executado.



                                          salto de cães 





Os estresses nas articulações são muito maiores se o cão fizer ao mesmo tempo uma curva enquanto estiver pousando de um salto. (Isto é especialmente importante no salto de camas e sofás, por não ser um movimento retilíneo)

                                        salto de cães 

Pernas flexionadas absorvem o stress exercido muito mais facilmente - com chances menores de lesões - do que pernas estendidas. As pernas ficam flexionadas no pouso quando a altura do salto é relativamente alta e a distância entre os saltos, relativamente curta. É a relação entre altura e distância que deve ser levada em conta. (no pulo da cama como o salto é para baixo tende a estender as patas, facilitando lesões)


                                       salto de cães 

As lesões acontecem mais comumente durante treinos do que em provas, pois durante o treinamento os cães fazem mais percursos em menos tempo ou repetem muitas vezes o mesmo obstáculo, o que é natural. (é o mesmo processo do cão em casa onde ele repete muitas vezes o mesmo processo de pular da cama e sofá, de uma forma descuidada)
Chocar-se com barreiras em zonas de contato podem causar grandes deformações na estrutura da pata, especialmente se forem compactas. Isso pode ser ainda pior se ao mesmo tempo o cão estiver brecando como, por exemplo, ao descer da rampa. Isso pode facilmente levar a lesões como fratura dos ossos sesamóides, artrite no tornozelo, lesões de tendão, etc. Um ângulo menos fechado na zona de contato e sem barreiras são recomendáveis. (é o que temos diretamente, um piso duro, uma redução da força de inercia, e um impacto forte simultâneos em nossa casa)

                                       salto de cães 

O slalom feito com uma só perna (quando o cão muda de lado usando uma perna por vez) põe muito mais stress na espinha e seus músculos, bem como nas pernas dianteiras, do que o slalom com as duas pernas (quando o cão pula de um lado para outro usando os dois dianteiros juntos). Isso pode levar a espondilite e artrite nos ombros. Cães que fazem o slalom com uma perna passarão automaticamente a fazê-lo com as duas se a distância entre as varas for maior. A distância entre as varas deveria ser proporcional ao comprimento do cão, o que freqüentemente está ligado à altura. De qualquer forma, deveria haver slaloms diferentes para minis, midis e standards.(o movimento lateral, em velocidade, força a coluna, o fato do pulo e impacto em curva prejudica em muito a coluna.)

                                      exercício para cães 


Outra preocupação é estimulado pelos resultados de um estudo científico publicado em 1992 em Ortopedia Veterinária Comparada e Traumatologia. Em um estudo intitulado Medidas da força vertical de reação do solo nos cães que saltam, os autores encontraram que as forças aumentaram significativamente com o aumento da altura. Forças de reação vertical do solo são considerados uma indicação precisa do impacto colocados nas patas dianteiras quando um cão salta. Além disso, o peso do cão, perfil do corpo e raça também influenciam as forças de reação vertical do solo. A análise estatística do efeito do peso sobre a força de impacto mostra que os cães mais pesados atuam com maior força em cada altura do salto.

Fatores que podem afetar força de reação vertical do solo foram discutidos pelos autores e estas conformação incluem, estilo de salto, o grau de treinamento e condicionamento físico. 

Cães com menos angulação dos membros e conformação reta poderiam pousar com forças maiores. Foi também mencionado que bem treinados cães podem saltar e pousar com mais suavidade ("bom estilo") do que o pouso de patas duras dos cães não treinados. 

Bom condicionamento físico pode permitir que um cão mais ativamente possa controlar o movimento articular. Na verdade, as contrações musculares adequadamente sincronizadas e executadas podem proporcionar um efeito de absorção de choque. Pousos macios permitem que o cão ao saltar absorva o impacto ao longo de um período mais longo de tempo do que pousos rígidos, em que os resultados de impacto bruscos com mais elevadas forças de reação vertical do solo.

Se saltar contribui para o desenvolvimento de lesões agudas e crônicas em um número significativo de cães, devemos tomar medidas proativas para diminuir esses ferimentos?

Obvio que sim. Seja no uso de escadas e rampas em casas e diminuir as alturas no Agility. É visível que mais investigação dos efeitos a longo prazo de saltar são necessários. Um número de escolas de veterinária têm programas de medicina esportiva caninas, que são equipadas para avaliar esses tipos de perguntas. No nível corrente, um simples passo poderia ser a de reduzir a exigência de altura do pulo de cada raças cuja conformação não é bem adequada para saltar. Enquanto as mudanças não são consistentes, isto teria um impacto mínimo sobre eventos competitivos e podem ter um impacto significativo na redução das lesões.

                         saltos para c~es

Assim como até muito poucos anos atrás o fato de um cão pular de sofás e camas era considerado natural e suas constantes lesões não eram atribuídas a estes pulos, notamos que no Agility também estamos a construir uma historia melhor com mais conhecimento e técnica. 

Cada vez mais nossos animaizinhos precisam de passeios e alguma preparação física que não seja danosa ao seu organismo e o Agility vai aos poucos encontrando o ponto adequado, a necessidades de cada raça e ao porte de nossos amiguinhos, para um ambiente onde o homem e seu amiguinho possam de divertir e praticar um esporte saudável.

No âmbito das residências não há mais duvidas dos ganhos efetivos do uso de Petescadas e Petrampas para subir e descer em sofás e camas, com a enorme diminuição de lesões e ganhos efetivos de qualidade de vida. E não estamos falando de suposições e sim de uma matriz matemática cientificamente comprovada.



Um mundo de gigantes



um mundo gigante para cães
                                         



Imagine viver em um mundo de gigantes, onde quase todos os objetos são colossais e o terreno local é traiçoeiro. Os móveis são torres de oito metros de altura. Escadas são "montanhas" a intimidar, onde cada degrau é quase igual à sua própria altura.  Os gigantes locais olham e dizem a você frases as quais você não as compreende e querem que você faça coisa que você não tem a minima ideia do que eles querem. Você chegou agora a este novo ambiente que vai ser sua casa por longo um período. 

                                                  gigantes 

Saltar de um móvel que é enorme pode tornar seu dia um dia difícil. Esta é a sua casa do ponto de vista do seu pequeno cão de raça ou não. Obstáculos todos os cães pequenos gostam de pular como camas e sofás, mas você sabia que o impacto de um salto de um cão pequeno é equivalente ao que um ser humano teria de enfrentar ao pular do telhado de uma casa térrea? 

Raças pequenas de cães saltam frequentemente: Eles pulam para subir e descer de móveis cerca de 20 a 30 vezes por dia (cama e sofás), são quase 10.000 saltos para cima e para baixo em um único ano. Durante um período de vida típico de 14 anos, a contagem é avassaladora, o que equivale mais de 140.000 saltos. Além disso, esses números não representam outros pulos como entrar e sair de veículos, outros do terreno e os ocasionais "banzai" aquele salto de cima do encosto na parte de trás do sofá, que apavora qualquer dono de animalzinho!


As escadas são um perigo adicional para cães de pequeno porte, aumentando não apenas o risco de cair, mas também o potencial para o desgaste prematuro do conjunto causado pelo uso de escadas em grande escala. A profundidade de um degrau de uma residência mede aproximadamente 25 a 30 centímetros próximo ao tamanho de um pé da raça humana; E a altura de uma casa típica contém 12 a 18 degraus entre os andares. A maioria dos cães fazem uma média de 12 viagens de subir e 12 de descer nas escadas todos os dias, assim seu cão sobe e desce até 432 degraus por dia, totalizando mais de 157.000  degraus em um ano e 1,8 milhões em uma vida! Este calculo real esta baseado em subir apenas um andar e os números já são assustadores.
                                                      

                                        Como comparativo O teste de uma sola é feito
                                                      com 100.000 repetições


É importante entender os efeitos nocivos que os saltos em móveis e o ato de subir escadas tem em seu cão. Porque os cães são quadrúpedes, a força das ondas de impacto através de seus corpos acontece em uma seqüência de fortes choques. Quando um cão pula de frente em pé sobre uma superfície, o impacto do seu peso corporal é absorvido primeiro através das patas dianteiras, em seguida, pelas traseiras. Os membros posteriores pousam primeiro, absorvendo o impacto do peso inclusive do traseiro e enviam uma sacudida final para sua traseira.

                    entorse 


Pequeno cães de raça são especialmente propensos a lesões causadas por saltos em seus móveis. Alguns dos riscos de que os saltos incluem são as unhas dos pés quebrados; entorses para as pernas e os pulsos (carpo), PAD e ombro (bíceps tendinite, lesões da cabeça do úmero) e traumas de cotovelo. Lesões graves, como uma luxação patela  (escorregamento rótula) e necrose (celular e degeneração do tecido) da cabeça femoral, também pode ser causadas.

De acordo com Deborah Gross-Saunders, Assistente de Reabilitação Paws for Animals,
(http://www.paws.org) cães chondrodystrophic (aqueles com costas longas e pernas curtas) tem alto risco de ruptura de disco pulando (spinal injury). Ms. Gross-Saunders estima que pelo menos metade dos pacientes que vêm para terapia ou cirurgia tenha se ferido por saltar.

chondrodystrophic - Beagles, dachshunds, basset, cavalier, cocker spaniels, lhasa apso, pequines, pomeranian, scottish terrier, são alguns exemplos.



                                                    

Ao tratar de cães de raças pequenas na categoria de alto risco, ela recomenda que os proprietários eliminem os saltos dos cães em suas vidas, saltos de móveis, não mais. Soluções evitando que o cão use as escadas é quase impossível, no entanto certos comportamentos podem ser modificados, minimizando o impacto do uso da escada no corpo do seu cão, diminuindo a frequência de uso de grandes escadas.

Quando descendo a escada, os cães pequenos frequentemente desrespeitam os últimos dois ou três degraus, pulando antes de chegar ao fim. Treinar seu cão para fazer uma pausa na parte inferior da escada e sentar-se antes de continuar na última etapa pode ajudar a prevenir lesões e ao desgaste prematuro do conjunto de articulações. Para reduzir o salto móveis, treinar seu cão pequeno para ficar fora da mobília é a solução óbvia: sem salto, problema resolvido! 

Mas, como proprietários de cães de raças pequenas sabem, isso é mais fácil dizer do que fazer. Uma maneira simples e eficaz para tornar a sua casa mais amigável ao seu cão (dog-friendly) é colocar rampas para subir em seus móveis. Veterinários e especialistas de reabilitação animais sugerem a utilização de rampas e escadas para reduzir a quantidade de saltos na residência.

Ms. Gross-Saunders também recomenda para cães em recuperação de cirurgia no joelho , e ferimentos nas pernas, que absolutamente não devem saltar para subir ou descer de todo e qualquer mobiliário, qualquer cirurgia que tenha sido realizada em articulações, tendões,etc é pré-requisito para uso direto de escadas e rampas para subir em móveis. 

Se o seu cão estava acostumado a pular na cama e sofá antes da lesão, acrescentar uma rampa ou escada é a única solução. Rampas também ajudam os cães que sofrem de dor artrítica (não importa o seu tamanho). Estima-se que um em cada cinco cães nos Estados Unidos têm osteoartrite tão grave que é quase impossível para eles entrar no seu sofá ou cama. Uma rampa simples pode reduzir a dor e dar ao seu envelhecido ou a um cão deficiente um novo sopro de vida. Cães pequenos demais para subir ou descer dos móveis sem ajuda e até filhotes de cachorro-descoordenados iram se adaptar a uma nova rampa em questão de minutos. 

cama box
Cama Box

Para os Yorkies em nossa família, as rampas têm trabalhado bastante, eliminando completamente o pulo e descida de camas e sofás. As rampas também fornecem um "playground para cachorro" na casa, uma fonte de inesgotável de entretenimento diário.
Os nossos cães têm cargas de diversão que brincam em suas rampas, e até mesmo rolando bolas e outros brinquedos para baixo, eles criam seu próprio jogo de "cachorrinho buscar o brinquedo." Escadas são geralmente mais compacto e se ajustam em áreas menores. 

                                                  fotos cachorros 

Há também unidades especiais feitas com "mini" degraus para acomodar até mesmo o mais ínfimo de raças. Então, qual é a melhor opção para o seu pequeno cão de raça: rampas ou escadas? Ambos são construídos tendo seu animal de estimação em mente, e concebidos para ajudar o seu cão pequeno ou grande a navegar com segurança no mobiliário. Inúmeros modelos estão disponíveis em diferentes formas, estilos e cores, tudo inicia com o porte e condição de seu cão, a altura do móvel e o espaço disponível a ser ocupado. 

As rampas e escadas são construídos com espuma de alta densidade que não afundam , são completamente impermeáveis e muito fácil de limpar, somente um pano umido é necessário.  Todas as peças são muito leves facilitando o transporte interno na residência ou externamente como levar para praia e campo. A escada pode também ser usada para subir no próprio veículo.

Qualquer opção que você escolher, o importante fornecer a seu cão uma alternativa segura para saltos e assistência em movimentar-se no seu "percurso de obstáculos em casa." Estes simples móveis auxiliares reduzem acidentes domésticos, tornando a vida dos cães mais fácil e mais felizes, mais saudáveis e mais seguros, dando-lhe mais anos para desfrutar de sua companhia com qualidade de vida.















Cão Cego e sua Petrampa


cão cego


Nosso fiel amigo começa a andar mais devagar, ando devagar porque já tive pressa como canta o ALMIR SATER mas ele simplesmente continua Tocando em frente, e assim o fez, mesmo agora com maiores dificuldades toca em frente e continua subindo na cama da mami, acometido por artrite e agora cegueira.


petrampa para cão com deficiencia visual

O cão foi sempre o xodó da família e hoje continua sendo, e tudo que for possível para garantir que o nosso querido poodle tenha uma melhor comodidade nos faremos, diz sua tutora. segundo ela jamais poderemos retribuir as alegrias que trouxe a família em todos estes anos.

petrampa para cão com deficiencia visual

Feita especialmente para subir na cama do casal a Petrampa com 1400 (1,4 metros) de comprimento foi feita com proteções laterais guard rail para evitar algum desvio e consequente queda, o formato em rampa ajuda em muito na artrite e a falta de visão é facilita pela inexistência de degrau.



A petrampa apresenta um detalhe inédito, a posição do guard rail pode ser invertida de lado, um dia pode estar do lado direito e em outro do lado esquerdo, esta motivação é fruto da disputa do casal em dar mais atenção e carinho  a seu bichinho de estimação, cada dia a rampa pode ficar em um lado da cama.

petrampa para cão com deficiencia visual

O modelo permite também a regulagem da altura do guard rail, conforme a necessidade de uso. 


petrampa para cão com deficiencia visual

Em dois dias ele entendeu o funcionamento e o quanto útil é para o seu objetivo de subir e descer. A unica coisa difícil é saber hoje em que lado da cama esta a Petrampa, do lado da mami ou do lado do papi.

Cavalo e a altura de um salto






Quanto um cavalo salta


salto cavalo




O cavalo que é um animal de grande beleza e postura, e que por sua natureza e sua história foi criado em campos onde corria livremente e pulava sobre obstáculos, podemos dizer que para ele pular faz parte de sua natureza.



Quando observamos o objeto a ser transposto no hipismo ele é menor que sua altura e sempre esta abaixo de sua linha dos olhos



salto cavalo





e mesmo assim refuga em muitas vezes para o pulo, provavelmente quando acredita que o salto não vai ser possível ou esta com algo que o perturbe como dor ou outro incomodo.



No hipismo é sabido que ninguém ensina um cavalo a pular, isto ele já sabe, o que ele pode ser ensinado é pular mais alto, e também passar a ter a graça no processo do que é chamado um salto e não mais um pulo (técnica do salto). Além do treinamento muscular para a tarefa.


Quando comparamos com o esforço que um cão deve fazer para subir em uma cama box, podemos dizer que o cão deverá saltar varias vezes a sua própria altura para atingir a cama, e pular de cima desta cama de grande altura absorvendo integralmente este impacto.

Se conduzirmos para que um cavalo pule de um local (barranco) com três vezes a sua altura fatalmente irá ter fraturas. Altura do cavalo 1,8 x 3 = 5,40 metros, além do que o piso que o cavalo pula é infinitamente mais macio que o piso do quarto onde esta a cama que o cão pula.



cama box
Cama Box


O peso de um animal é em media 60% na parte anterior (da frente) onde estão localizado a cabeça e o peitoril. No cão em posição de estação o centro de gravidade é localizado na região média do tórax atrás da escápula, sendo 60% do peso suportado pelos membros torácicos e 40% pelos membros pélvicos.



cães





Para uma subida o cão vai usar um forte esforço das patas traseiras para que possa impulsionar o corpo em um voo lutando contra a força gravitacional transportando sua Massa até a altura da cama. Este esforço gera grande tensão em músculos, tendões, etc, que ficam sujeitos a estiramentos, distensões, rompimentos,  etc.





Devido a sua composição (hidroxiapatita, colágeno e elementos cellulares), os ossos antes de quebrarem experimentam uma deformação elástica (reversível) e uma deformação plastica (irreversível). 

A resistência, rigidez, e absorção de energia do osso depende de suas propriedades e materiais (composição, morfologia, porosidade), aspectos estruturais (geometria, dimensão, curvaturas) e fatores mecânicos (velocidade e orientação das cargas).


pata cão

Forças que causam lesões ósseas
• Tração: • Compressão • Flexão: • Corte: • Torsão: 

Os estudos cinemáticos padronizam características raciais e como a conformação e a estrutura podem afetar a função.  







um salto para o futuro











A estrutura de cães e o processo de saltar e pular. 




O resultado de um cão durante um pulo esta diretamente relacionado com : 

                                   ciclo de vida (Bebe, adulto,sênior, idoso) 

                                   saúde atual, se obeso, condicionamento físico, proporção do salto 

                                   sua estrutura (onde sua raça influencia) 


Existe somente uma anatomia para a espécie canina, ou seja, todos tem o mesmo números de ossos, músculos e tendões. Porém dentro dessa anatomia possuem diversas variações. São combinações das diferentes angulações de articulações, formatos ósseos e desenvolvimento muscular que permitem termos diferentes tipos de estruturas ósseas, e consequentemente distintos tipos de movimentação. 

Estruturas 

São variações dentro da mesma anatomia



Na mesma anatomia as estruturas variam em função da raça mudando itens tais como, a angulação das articulações, formatos ósseos e das cartilagens, desenvolvimento muscular, etc.



A estrutura determina o movimento, diferentes estruturas resultam em diferentes movimentos; São mais de 360 raças oficialmente reconhecidas, cada qual com sua função de trabalho especifico, que tem diferentes estruturas dentro da mesma anatomia. 




Exemplo de uma das diferenças estruturais, angulação do posterior de duas raças: 

                                              Border Collie e Retriever do Labrador 

O Border Collie é uma raça de pastoreio. Para o correto exercício de sua função é necessário cobrir distâncias no solo com a maior eficiência possível. Somente um posterior(coxa traseira) com angulações mais fechadas permite uma maior amplitude do passo em um único movimento. 


                            

O Retriever do Labrador é uma raça de coleta (a caça abatida que cai na água). Para o exercício de sua função é necessário cobrir distâncias dentro da água com a maior eficiência possível, sendo necessário ter peso corporal (lastro) e músculos potentes, necessitando articulações mais retas entre os ossos, a fim de manter a estabilidade corporal. Seu posterior com angulações mais abertas faz com que tenha menor amplitude do passo.



                           


                           

a amplitude de extensão do corpo é nítida nesta foto, muito diferente entre os dois animais 



O Border Collie possui mais alavanca (extensão) e propulsão para um salto (ou passo) que um labrador. Numa linha reta, o Border começa o salto muito antes devido à capacidade de projeção da suas angulações. Não é porque o Labrador é mais pesado, que ele salta de forma mais lenta, simplesmente suas angulações são mais retas. Não adianta emagrecer-lo, a ponto de ficar pele e osso para poder saltar melhor: sua estrutura sempre será de um cão pesado por mais magro que esteja, as angulações não irão mudar. 


Mesmo que você mantenha seu cão com o peso ideal, sua estrutura, e falta de condicionamento vão definir a lesão e agravados pela idade e a desproporção de um salto.

                                        cães saltando 

Importante ressaltar que dentro da mesma raça existem exemplares diferentes. Cada raça possui seu padrão detalhado para o correto exercício do trabalho para o qual foi selecionado. Todos os padrões estão no site da Confederação Brasileira de Cinofilia (www.cbkc.com.br). Mas cada um terá um resultado para o salto em termos de eficiência e resultado de lesões. 

Nem todo Border Collie segue corretamente o padrão da raça, podemos ter um Border cujas angulações sejam inadequadas ao salto como as de um Labrador. Dificilmente existirá um exemplar completamente dentro do padrão, sempre vai haver algum detalhe que desvie, como variações de angulação fêmur-tibio-patelar, formato de costela, tipo de olhos, tamanho do jarrete, formato dos pés, pelagem, orelhas e etc. 

Porém existem desvios mais graves e outros menos. Para um cão de pastoreio, erros estruturais que afetam a dinâmica do movimento são mais graves. Para um cão de companhia, erros de beleza como a textura da pelagem ou a cor são mais graves que os de estrutura. Mas para o cão que ama a estrutura é indifirente assim como sua raça.



                                    EXEMPLOS DE DESVIOS NA RAÇA PASTOR ALEMÃO
                            



Para os que praticam Agility com cães sem raça, analisando a estrutura de seu cão é possível avaliar o potencial de seu exemplar. Existem certas “estruturas mais propícias” para a prática do Agility. 



Ao examinar o seu cão (com ou sem raça) e saber o que não está correto em termos estruturais, pode-se, em certos casos, melhorar a dinâmica do movimento através de um treinamento adequado ou um condicionamento muscular direcionado. Certos erros estruturais também são passíveis de causar lesões corporais graves ao longo do tempo de prática de agility, por isso o trabalho de fisioterapia preventiva é importantíssimo nesses casos. Para o condicionamento em residencias não é diferente.  


Analisando somente o metacarpo, região de extrema importância no Agility. Um Border Collie de 20 kg, com velocidade de 5 m/s (18KM/h), após o salto pode sofrer na região um impacto de 100 kg/cm2.(calculo efetuado pelo físico M.Moraes). Lembrando que por centésimos de segundo, esse impacto somente se focará numa pata. Algumas pessoas acreditam que as patas de nossos amiguinhos funcionam como almofadas e amortecem o impacto, isto é verdadeiro somente para baixíssima intensidade. (por exemplo em um trote)

O impacto também ocorre de forma severa ao pular da cama, em valor um pouco menor pela menor velocidade inercial, mas igualmente de alta grandeza e afetando mais a uma das patas dianteiras pelo impacto no instante que toca o solo. No salto da cama temos o agravante do sentido direto ao solo, o cão parte de uma altura X para uma altura mais baixa, não é um salto no plano. 

Outro fator de suma importancia é o fato do inesperado, enquanto que no Agility , estamos em um processo conhecido, que é executar um percurso atraves de um comando, no pulo da cama temos o inesperado, (uma campanhia que toca, a chegada de alguem, um brinquedo, etc.), o inesperado provoca uma forte arrancada e impacto do choque ao solo sem uma preparação, fatores estes muito agravados pela quantidade de repetição diária, pelo temperatura em dias frios, pela dureza do piso, etc.. 

Podemos ter diversas angulações de metacarpo em relação ao solo, porém para a pratica do Agility o ideal é ligeiramente inclinado (1). No padrão da maioria das raças de pastoreio (como o Border Collie) é exigida essa angulação. O exemplar que segue o padrão não terá problemas durante a prática do Agility, caso o exemplar tenha o metacarpo erroneamente muito inclinado (2), ocorrerá uma lesão óssea ou articular a longo prazo na região carpiana que incorretamente sofrerá o impacto. No caso de cães com o metacarpo muito reto (a maioria das raças Terriers), o impacto será amortizado incorretamente na art. umero-radio-ulnar (cotovelo) Este dois exemplos são casos no qual é importante efetuar o condicionamento muscular para evitar a injúria. 









Animais em Agility devem ser preparados com condicionamento muscular para evitar a injuria, na pratica do esporte. Mas normalmente não temos esta condição de preparar nossos animais para o convívio dentro do lar, falta de exercício, obesidade, etc, só tendem a agravar a dificuldade de executar saltos. 







Pior do que o salto, temos a curva para os cães que possuem o metacarpo muito inclinado. Quando pulam de camas iniciam um movimento não retilíneo, ou seja é um pulo e simultâneo um inicio de curva onde tendem a torcer as articulações. (impacto+torção)




Dentro da estrutura canina, temos diversos fatores para analisar, como proporções corpóreas, formatos ósseos, angulações (das art. fêmur-tibio-patelar, art.escapulo-umeral, art. umero-radio-ulnar, pelvis, art. tibio-tarsiana, art.metatarsiana e etc.). Da estrutura depende o movimento. Assim como no Agility a estrutura define o movimento possível, na consequência de um salto a estrutura também define o resultado, mais que um esporte e um trabalho , é uma engenharia!


Fonte - A importância da estrutura e dinâmica do cão para o Agility 
             Por M.V. Maria del Rocio Nadal
             O texto original foi adaptado ao tema de escadas

Não existem animais melhores ou piores, principalmente para a sua função de amar, apenas não devemos forçar, por não ter um condicionamento, por serem filhotes ou idosos e ir além das suas próprias estruturas. Prevenir é o melhor remédio.


Petescadas e Petrampa – O estado da arte em Rampas e Escadas para Cães e Gatos.